Em alguns filmes de ficção científica a inteligência das máquinas pode dominar o mundo. No mundo atual, já presenciamos a força da “inteligência artificial” em muitos campos da vida.
Mas, a pergunta que não quer calar:
Se maquinas se comunicar por ter inteligência, será que as plantas poderiam comunicar entre si?
Vários cientistas tentam, há anos, responder essa pergunta. Suas pesquisas se deducam a compreender o “comportamento vegetal” e como como as plantas se comunicam.
Uma série de evidências científicas apontam para existência de uma Inteligência Vegetal.
O professor Jack Schultz, da Divisão de Ciências Vegetais da Universidade de Missouri, afirma que as plantas são “como animais muito lentos”, mas que conseguem ver, ouvir, cheirar e até têm comportamentos.
Essa busca de entendimento sobre “inteligência das plantas” fez surgir uma nova área da Ciência, a Neurobiologia Vegetal, dedicada ao estudo de vegetais como memória, aprendizado e resolução de problemas.
O assunto é no mínimo curioso. Os interessados podem se aprofundar no temare ao ler o artigo do Josh Gabbatiss ou alguns livros que tratam, sobre diferente prismas, a comunicação das plantas.
Por essas e outras razões, dizer que “aquela pessoa ficou ali parada como uma samambaia” pode soar falso e preconceituoso.
A propósito: Já falou com sua plantinha hoje?




